Linhares

Prefeitura confirma canal para escoar água da Juparanã - Meio Ambiente

Meio Ambiente Prefeitura confirma canal para escoar água da Juparanã

Porém, para o secretário de Meio Ambiente Lucas Scaramussa a medida mais eficiente é a construção de uma barragem definitiva e com comportas


Numa audiência de conciliação realizada na tarde desta quarta-feira (14) realizada no Fórum Desembargador Mendes Wanderley, no bairro Três Barras, ficou decidido que a Samarco terá que construir, como medida emergencial, um canal de extravasamento ao lado direito da ponte que liga Linhares à cidade de Rio Bananal, construída pela minerada, para o escoamento da água da lagoa Juparanã em decorrência da cheia. Por determinação do Juiz de Direito Thiago Albani de Oliveira o início das obras é imediato e deverá ser concluída no prazo de 25 dias. A barragem foi construída pela mineradora para evitar que a água do Rio Pequeno, que abastece o Município, seja contaminada pelas águas do rio Doce que recebeu rejeitos de minério após o rompimento da barragem de Mariana.

Para o secretário municipal de Meio Ambiente Lucas Scaramussa - que participou da audiência -, a construção de um canal para o extravasamento da água do Rio Pequeno para o Rio Doce é uma medida paliativa, considerada a mais eficiente e com menor risco para evitar a desestabilização da barragem e um possível comprometimento da ponte que liga as duas cidades, afirma o secretário. "Porém, a construção da barragem com comportas é o objeto da nossa ação e que foi acatada pela Justiça", confirma. Scaramussa ressalta que as equipes da Secretaria de Meio Ambiente e demais órgãos ambientais acompanham a obra principalmente o reforço na estrutura das cabeceiras da ponte para garantir qualquer risco a estabilidade da mesma.

Com a cheia da lagoa, três famílias em Linhares já estão desalojadas. O secretário Lucas Scaramussa explicou que já esteve reunido com a Secretaria Municipal de Segurança e Proteção Civil e representantes da Fundação Renova, para que as mesmas sejam beneficiadas com o aluguel social que deverá ser custeado pela Renova. "Caso a Renova se recuse a custear as despesas do aluguel social a Prefeitura irá arcar com os custos e depois cobrará à Fundação os valores investidos na proteção social destas famílias", destacou. Ele orienta que outras famílias que tenham suas casas invadidas pela água da cheia procurem a Defesa Civil Municipal.




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